
Mendes defende abertura dos arquivos do Araguaia
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, defendeu ontem a abertura de arquivos do período da ditadura (1964-1985) e da guerrilha do Araguaia, ocorrida entre 1972 e 1975, sustentando o "direito à verdade". "Eu acho que há um direito à verdade. Se de fato esses documentos existem, eles devem ser mostrados", disse Mendes. O presidente do STF afirmou que não vê possibilidade de proibição em relação à medida. "Tem que haver abertura [dos arquivos]. Os documentos existentes devem ser apresentados", disse ontem, em São Paulo.
Comissão critica Jobim por não integrar buscas
A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos se diz "constrangida" pelo fato de o Ministério da Justiça e a Secretaria Especial de Direitos Humanos não participarem do grupo formado pelo Ministério da Defesa para localizar corpos de guerrilheiros e militares desaparecidos no Araguaia. A nota da comissão revela a disputa que vem sendo travada no governo desde que foi criado o grupo, há três meses. Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vannuchi (Secretaria Especial de Direitos Humanos) se queixaram a Lula da ausência da comissão no plano de buscas.
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